Pescadores queixam-se de não poderem trabalhar

Os pescadores do porto de Vila do Conde exigem uma dragagem urgente na barra e garantem que não há condições de segurança para sair para o mar. A barra tem estado muitas vezes fechada e está quase sempre condicionada. Os responsáveis dos 18 barcos que lá trabalham reuniram-se durante o passado fim de semana para alertar para o grave problema do assoreamento que os impede muitas vezes de ir trabalhar ou então para denunciar os casos em que são imensas as dificuldades na altura do regresso. Além do problema do excesso de areias, os homens do mar reivindicam obras no cais e acusam as autoridades de nada fazer para resolver a situação. Além dos trabalhos pedidos, a solução pode ser a colocação de uma draga a operar de forma permanente na região.
Recentemente, em declarações à Rádio Onda Viva, o mestre José Festas, presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar, já tinha dado conta da indignação e da preocupação dos pescadores, avisando que um dia poderão ser forçados a tomar medidas drásticas como forma de protesto. A presidente da Câmara de Vila do Conde, Elisa Ferraz já garantira à ROV que discorda da estratégia governamental sobre a forma de fazer dragagens, defendendo a existência em permanência de uma draga para os portos de pesca da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, uma missão que a Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar se diz disposta a enfrentar.

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