Oliveirense 3 – 0 Varzim

Parece coisa do destino, mas mais uma vez, se confirmou a malapata alvinegra cada vez que defronta a Oliveirense. Mesmo nas vitórias, e já lá vão uns aninhos, os alvinegros não tiveram motivos para festejar, já que acabaram por descer de divisão. No regresso à 2ª Liga, cada vez que varzinistas defrontam a Oliveirense acabam por fazer o papel de “levanta mortos”, pois para além de perderem costumam sair fragilizados, ao contrário do adversário. Este jogo referente à 9ª jornada, foi o exemplo “escarrapachado” de que há razões que a razão desconhece. Com Nuno Capucho a não ser feliz nas escolhas iniciais, nem mesmo o mexer no seu xadrez por volta dos 35m, acabou por retificar uma exibição descolorida e muito abaixo do real valor, individual e coletivo, dos alvinegros. Depois de conseguir o primeiro golo aos 27m, os locais souberam explorar da melhor forma e foram subindo de rendimento, muito pela inércia demonstrada pelo conjunto poveiro. O intervalo de pouco valeu, já que a desinspiração  inibia qualquer tipo de reação. Silvério provocou uma penalidade numa infantilidade, e a partir do 2-0, a apatia e a falta de ideias agravou-se. A Oliveirense ainda conseguiu um derradeiro golo, que funcionou como o golpe de misericórdia num conjunto de jogadores que nunca foi uma equipa durante os 90 (+2+4) de um jogo para refletir.

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