
Arlindo Maia é o provedor da instituição, que é mais nova do que a de Lisboa apenas 12 anos e em tempo de crise instalada no país e no mundo, tem a capacidade de empregar 618 pessoas, prevendo chegar às 800 com as novas valências. O dinâmico benemérito conversou sobre a actual realidade da Misericordia, a proximidade com os seus utentes e as preocupações sociais que atendem.
Que apoios a Santa Casa da Misericórdia presta?
Neste momento, no âmbito da segurança social, está a prestar apoio directo a 1150 pessoas. Existem outras, às quais também estamos a prestar serviço, mas de forma indirecta. Na saúde passam pelas nossas instalações cerca de 1600 utentes por dia, ou seja, imensa população de Vila do Conde, desde crianças, jovens, adultos deficientes e os idosos. Em relação às crianças existem várias valências, desde a creche, o jardim-de-infância, o ATL e as de risco. Quanto aos idosos temos o lar da 3ª idade, o lar de grandes dependentes, o centro de dia e o apoio domiciliário, que abrange os deficientes.
(Notícia completa na edição do Póvoa Semanário desta semana)